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» » Greve Geral: CUT promete piquetes para impedir circulação de ônibus e abertura de lojas na PB

A Greve Geral marcada para esta sexta-feira (30), terá uma adesão menor de categorias e também acontecerá em menos estados no Brasil. Na Paraíba, o presidente da Central Única dos Trabalhadores (CUT), Paulo Marcelo, destacou que muitos trabalhadores irão trabalhar por pressão e medo de perder o emprego, mas que os grevistas irão fazer piquetes para impedir que ônibus, trens e comércio funcionem.
“Todo o país está organizado pelas centrais sindicais, Frente Brasil Popular e Frente Povo sem Medo. Vamos fazer um travamento das vias para protestar contra as reformas que estão sendo votadas. Na votação de ontem [onde a reforma trabalhista foi aprovada pela CCJ nesta quarta-feira (28)] se consolidou mais um golpe. Não é coisa só do movimento sindical, toda sociedade deve se envolver nessa luta pedindo a saída desse governo que não representa a sociedade brasileira, tem apenas 7% de aprovação e está dizendo que foi Deus quem colocou ele lá”, disse. 
O presidente convocou os trabalhadores para estarem presentes nos locais de concentração a partir das 5h em frente ao Siticom e na lagoa nas proximidades do HiperBompreço onde o movimento se propõe a fechar todo o comércio.
Questionado sobre a baixa adesão desta segunda Greve Geral, o presidente afirmou que 100% das categorias aderiram, porém pela pressão psicológica e ameaças. “Por isso vamos para as ruas parar os ônibus, trens urbanos e comércio não se faz greve se não tiver esse tipo de ação, a militância vai parar dar o tom e também para proibir os trabalhadores que estão sendo ameaçados nas grandes redes de lojas e construção civil. Amanhã vai ser difícil chegar ao trabalho”, disse.
O sindicato dos motoristas de ônibus e o sindicato dos ferroviários afirmaram que as categorias não iriam aderir. No comércio CDL e Fecomércio afirmaram vão abrir as portas. Bancos e profissionais em educação paralisam.  


Transportes

Um das categorias que vai aderir a paralisação, mas sem intervenção direta no serviço, são os motoristas e cobradores de ônibus da Capital. 

Segundo o presidente do Sindicato dos Motoristas e Trabalhadores em Transporte Rodoviário de Passageiros e Cargas da Paraíba, Antônio de Pádua, os trabalhadores vão optar individualmente pela participação no movimento.

“Iremos participar como qualquer cidadão brasileiro e cada trabalhador está liberado para decidir individualmente sobre a participação. Porém, pessoalmente sou contra a movimentação e acho que as centrais deveriam ir para Brasília e protestar”, afirmou Antônio de Pádua.

Segundo o Sindicato dos Trabalhadores em Empresas Ferroviárias da Paraíba (Sintefep-PB), em assembleia, a categoria decidiu nesta quarta que não vai paralisar as atividades na sexta-feira.

Bancos

De acordo com o presidente do Sindicato dos Bancários da Paraíba, Marcelo Alves, a categoria aderiu à greve seguindo orientação das centrais sindicais e da CUT. Nesta sexta, na Grande João Pessoa e em algumas cidades do Brejo, Sertão e Cariri da Paraíba (não detalhadas pelo sindicato), funcionarão apenas os serviços essenciais realizados através de caixas eletrônicos como saques, saldos, extratos e transferências.

Até o fechamento desta matéria, o Sindicato dos Bancários de Campina Grande ainda não havia decidido se também poderá aderir ao movimento.

Comércio

Na Capital, o Sindicato dos Empregados no Comércio da Grande João Pessoa (Sinecom-JP), confirmou que também participará da paralisação e que convocou os funcionários do comércio a fecharem às lojas.
Em Campina Grande, a Câmara de Dirigentes Lojistas (CDL-CG) emitiu nota afirmando que não se opõem ao movimento, mas que "defende a sobrevivência da economia e a manutenção dos empregos, razão pela qual, não considera minimamente coerente fechar o comércio quando a cidade ainda recebe turistas devido aos festejos juninos".
Educação

Na educação, o Sindicato dos Trabalhadores e Trabalhadoras em Educação do Estado da Paraíba (Sintep-PB) confirmou que as escolas estaduais irão parar nesta sexta, deixando os alunos sem aulas.

A Associação dos Docentes da Universidade Federal da Paraíba (ADUFPB) afirmou que promoveu uma convocatória para que os professores dos campi de João Pessoa e Litoral Norte participem da movimentação, já que estão em recesso acadêmico.
Também vão participar da paralisação professores e servidores da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) e da Universidade Federal de Campina Grande (UFCG), como informou a Associação dos Docentes da UEPB (ADUEPB) e a Associação dos Docentes da Universidade Federal de Campina Grande (ADUFCG).

Portal Arara
Fonte : Marília Domingues / Fernando Braz

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