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» » Detran registra 108 processos de clonagem de carros; número é quase o dobro de 2016

“Ter um veículo clonado é uma dor de cabeça e ninguém está isento”. A afirmação é do delegado de Roubos e Furtos de Veículos, Getúlio Machado. Isso porque o proprietário do veículo original fica recebendo todas as multas de trânsito referentes ao veículo clone e corre até o risco de ser responsabilizado por eventuais crimes cometidos com ele.
Este ano, até o mês de outubro o Departamento Estadual de Trânsito da Paraíba (Detran-PB) registrou 108 processos de clonagem, mais do que o dobro de 2016, que registrou 52 casos durante o ano inteiro. De acordo com Getúlio Machado, até setembro deste ano, 1.040 carros e 2.819 motos foram roubados no Estado. O delegado estima que cerca de a metade destes veículos sejam destinados à clonagem após o roubo ou furto. Segundo ele, após realizar a clonagem os bandidos vendem o veículo como se ele fosse legalizado, por isso o processo é feito majoritariamente com carros populares, que são mais fáceis de revender.
Na maior parte das vezes os clones circulam em cidades ou estados diferentes do veículo original para dificultar a localização, e o proprietário do veículo que foi clonado só percebe o problema quando começa a receber autos de infrações de trânsito que não cometeu. “Outro dia um senhor veio aqui e me mostrou uma multa que recebeu do estado do Espírito Santo, mas ele disse que nunca esteve lá”, contou o delegado. Getúlio Machado orientou quem tiver sido vítima de clonagem a procurar a delegacia mais próxima para registrar um Boletim de Ocorrência (BO) levando toda a documentação referente ao veículo e as multas indevidas recebidas. “Se a pessoa recebeu uma multa do Rio de Janeiro, por exemplo, vamos nos comunicar com a polícia de lá para que eles tentem localizar o veículo. Uma vez que ele for localizado realizamos os testes no carro daqui e eles realizam no carro de lá para saber qual o original e qual a cópia”, explicou.
O BO também pode ser encaminhado aos órgãos de trânsito junto com o recurso para que não seja necessário o pagamento da multa, mas o delegado ressaltou que o ideal é entrar na Justiça para solicitar a troca das placas.
Portal Arara
Fonte : Bárbara Wanderley do Correio da Paraíba

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