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Cidades da PB podem sofrer colapso hídrico se adutora não for construída

Vinte e seis cidades do Sertão do Estado estão na iminência de sofrer um colapso hídrico se não for feita uma adutora de engate rápido em seis meses.
A informação é do presidente da Agência Executiva de Gestão das Águas da Paraíba (Aesa), João Fernandes, durante entrevista à Rádio Campina FM.
Ele disse que o complexo hídrico Coremas-Mãe D’água, atualmente atende a 26 municípios e o caso tem se complicado, pois ninguém sabe se vai chover bem na região nos primeiros meses de 2018.
As obras da transposição do São Francisco no Eixo Norte foram iniciadas, mas ainda não existe previsão de conclusão da obra.  
– Os açudes não defluem mais água por gravidade. Agora é um período mais seco, com evaporação maior e ainda assim insistem em manter o abastecimento regular em certas cidades do Sertão. A obra do São Francisco chegou no Eixo Leste, iniciou-se a do Norte, mas não temos certeza se isso vai terminar e, não acontecendo, a resolução é a construção emergencial de uma adutora de engate rápido. O governo do Estado fez o projeto, mandou para o Ministério da Integração, foi enviado para a Defesa Civil e até agora os recursos não foram liberados – disse.
João afirmou que como se trataria de uma obra curta, de pelo menos seis meses, e com caráter de urgência, a licitação seria dispensada, e o Estado, tendo o dinheiro em caixa, seria possível trabalhar em turnos de 24h.
O presidente da Aesa ainda fez apelo aos deputados federais e senadores pela Paraíba, que cobrem do governo federal esses recursos, no sentido de acelerar a obra, pois, de acordo com previsão, a água do complexo deve durar até fevereiro.
Os órgãos Aesa, ANA e Cagepa estão discutindo a possibilidade de se aumentar o racionamento na região.
Portal Arara
Fonte: Paraíba Online com informações da Rádio Campina FM
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