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Onde o tudo é uma pequena sombra do quase nada (Jurandy Franca)


E os seus versos se perderam

dentro de um poema sem
sentido
onde o tudo é uma pequena
sombra do quase nada;
onde o lirismo é um punhado
de cinza opaca,
de um romantismo
assassinado;
onde a melodia estanca
numa ressonância angustiante,
e,
o brilho da poesia se encolhe,
coberto por uma névoa
marrom,
despedaçada em flocos
vadios a se perderem
no vácuo desnudo
das dúvidas
(Jurandy Franca)

(Jurandy Franca)
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