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Príncipe herdeiro saudita diz que caso Khashoggi é 'doloroso' e que justiça irá prevalecer

O príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, disse nesta quarta-feira (24) que o caso de Jamal Khashoggi, jornalista saudita assassinado na Turquia, é "doloroso" e que a "justiça irá prevalecer".


O príncipe disse que todos os culpados serão punidos, e que a Arábia Saudita e a Turquia trabalharão juntas "para alcançar resultados" sobre o caso. Também disse que não haverá "nenhum tipo de ruptura com a Turquia". Ele se pronunciou no fórum internacional sobre investimentos em Riad.


Mais cedo, Mohammed bin Salman conversou por telefone com o presidente turco Recep Tayyip Erdogan, pela primeira vez desde que Khashoggi desapareceu.


O príncipe herdeiro da Arábia Saudita, Mohammed bin Salman, disse nesta quarta-feira (24) que o caso de Jamal Khashoggi, jornalista saudita assassinado na Turquia, é "doloroso" e que a "justiça irá prevalecer".


O príncipe disse que todos os culpados serão punidos, e que a Arábia Saudita e a Turquia trabalharão juntas "para alcançar resultados" sobre o caso. Também disse que não haverá "nenhum tipo de ruptura com a Turquia". Ele se pronunciou no fórum internacional sobre investimentos em Riad.


Mais cedo, Mohammed bin Salman conversou por telefone com o presidente turco Recep Tayyip Erdogan, pela primeira vez desde que Khashoggi desapareceu.


Na conversa, que aconteceu a pedido do príncipe herdeiro, os dois líderes discutiram "esforços conjuntos para esclarecer todos os aspectos do assassinato de Khashoggi, e medidas a serem tomadas neste sentido, segundo uma fonte da presidência turca.


Nesta terça, Mohammed bin Salman e seu pai, o rei da Arábia Saudita, Salman bin Abdul Aziz al Saud, receberam no Palácio Al-Yamamah, em Riad, familiares do jornalista Khashoggi para dar pessoalmente as condolências.

Entenda o caso
Khashoggi, colunista do jornal "Washington Post" e crítico do poderoso príncipe herdeiro saudita, desapareceu em 2 de outubro, depois de entrar no consulado saudita em Istambul para obter documentos para se casar.

Após uma onda de indignação mundial, o governo saudita admitiu no sábado que Khashoggi morreu dentro do consulado após uma briga, versão que gera muito ceticismo.


O presidente turco Tayyip Erdogan afirmou que há fortes sinais de que o assassinato foi planejado e de que ele foi morto de uma forma selvagem.


Riad nega qualquer envolvimento do príncipe herdeiro. Depois do pronunciamento de Erdogan, a Arábia Saudita anunciou que vai responsabilizar “quem quer que seja” pelo assassinato de Khashoggi e aqueles que falharam em suas funções.


O presidente americano Donald Trump disse que o tratamento dado por Riad ao caso foi "o pior encobrimento de todos os tempos".




Fonte: G1
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