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Prefeito de Serraria diz que não tem nada a ver com processo que pede improbidade administrativa dele e Brizola

Em contato com o prefeito de Serraria, Petrônio, para que o mesmo comentasse sobre a ação de improbidade administrativa ajuizada pelo Ministério Publico Federal, com sede em Guarabira, Agreste paraibano, o mesmo disse que não tem nada haver com a situação. Ele disse que está em Brasília-DF cumprindo agenda administrativa.
Ele disse que não tem nada a ver com esse processo e que seu advogado ja está cuidando do caso.
“Michele, na verdade o MPF fez uma denúncia desde 2012 e eu fui citado nesse processo mas eu não tenho nada haver, inclusive meu advogado está fazendo a defesa. Eu era apenas presidente de uma comissão de licitação, mas o ex-prefeito Brizola me excluiu de qualquer responsabilidade, em seu depoimento.
Entenda o caso
O Ministério Público Federal (MPF) em Guarabira ajuizou ação de improbidade administrativa contra o ex-prefeito de Serraria (PB), Severino Ferreira da Silva, e o atual gestor Petrônio de Freitas Silva.
Segundo a ação, houve má utilização de recursos públicos federais oriundos do Convênio nº 732393/2010, celebrado entre o Ministério do Turismo e o município, no valor de R$ 100 mil. Ainda de acordo com o MPF, houve fraude em licitação e superfaturamento na contratação da empresa Centauros Produções e Eventos para a realização do evento intitulado “Serraria Fest”, realizado nos dias 30 de abril e 1º de maio de 2010. Na época da fraude, Petrônio, atual prefeito, era presidente da Comissão Permanente de Licitação, na gestão de Severino.
O representante da empresa, Francinildo Ferreira dos Santos, bem como a Centauros Produções e Eventos também são alvo da ação de improbidade.
O MPF quer a condenação dos réus com as sanções previstas no artigo 12, inciso II, e subsidiariamente, no inciso III, ambos da Lei n° 8.429/92, bem como nas despesas processuais. No que se refere à pessoa jurídica, o Ministério Público quer a aplicação de multa civil, ressarcimento dos danos sofridos pelo erário e proibição de contratar e licitar com o poder público, bem como de receber financiamentos, inclusive creditícios. Já com relação ao prefeito e ex-prefeito, bem como ao empresário, o MPF requer à Justiça perda de função pública, suspensão dos direitos políticos, pagamento de multa civil de até duas vezes o valor do dano, entre outras sanções.
Fonte: portalmidia
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